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Domingo, 27 de Setembro de 2020

Há 50 anos acreditando nas potencialidades da Região Celeiro e da sua gente

Há 50 anos acreditando nas potencialidades da Região Celeiro e da sua gente

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O COMEÇO
Ele surge convicto de que visão de futuro e trabalho fundamenta quem acredita nesta terra, em cada amanhecer. Ele surge com o propósito de abrir caminho para melhorar a vida do homem, da criatividade. Ele surge sob a pretensão de registrar os grandes acontecimentos sociais, políticos econômicos e outras tantas áreas em que a medra humana marca presença.
Quinta-feira, dia 5 de março de 1970. Tipograficamente composta em 8 páginas, circula na cidade de três passos a primeira edição do jornal O CELEIRO. “Chegamos”, anuncia em capa.
Na sua apresentação, o fundador, diretor, diretor e editor, Benno Adelar Breitenbach, arrola propósito, destacando no decorrer do seu arrazoado, que “temos em mente apenas servir à coletividade desta região, com a qual nós queremos identificar, não apenas no nome CELEIRO, mas também no seu desenvolvimento. Queremos participar nos posto de vanguarda. Tens uma confiança imensa nesta região, não pelas suas condições materiais, mas pela sua gente. Nessa esperança nos apegamos e trabalharemos esperando nos frustrar nosso próprio ideal e a confiança daqueles que de nós esperam frutos…”.
Sob o dever de engajar-se na velocidade do tempo, sem descurar dos milenares, portanto, eternos princípios da prudência, do respeito á diversidade, da honestidade, quesito capazes de contribuírem para o entendimento na comunidade em que esta inserida, desencadeia-se um rico e operoso processo de implicação precisa. Decerto, se há, e não raras vezes ocorre, furúnculo a perturbar o tecido social, também conferiu ao nascente periódico a tarefa de lamenta-lo, ainda que ante protesto e resistência. Este procedimento, firmado no equilíbrio, indispensável numa sociedade que se confunde e se agride, o semanário ajusta-se embora desafios hercúleos se confrontassem.

Testemunha da história
Testemunhar. Documentar. Fazer pensar. Ao longo dos anos, esse entendimento e a liberdade de expressão revelaram-se como o melhor caminho para construir horizontes, solidificar a cidadania e fundamentar o desenvolvimento da sociedade, o desenvolvimento do interior e das cidades, o avanço da economia, da educação, das artes, registrar as tragédias, a fortuna das colheitas, as frustações, as conquistas coletivas, as chegadas e as despedidas. Enfim, sugerindo e participando para que todos tivessem vida melhor. Foi assim que O CELEIRO sedimentou a história da Região Celeiro.
Decurso histórico magnífico, apesar dos desafios semana sucedendo semana, edição sucedendo edição. Porém, a persistência no crédito das potencialidades da terra e da sua gente revelando-se permanentemente robusto. Dia após dia, superando dificuldades técnicas e operacionais, como montagem do texto, letra por letra, em gráfico. As fotos levando dias, pois processadas em placas de chumbo, os clichês, em litografia, longe de Três Passos. Um início penso.
Março, dia 5 de 1970. Está circulando a primeira de edição.

A Sequência
Depois de um vazio cronológico, 6 meses (havia deixado de circular em meados de dezembro de 1988), o CELEIRO tem sua sequência consolidada em Santo Augusto. Por ação dos empresários Pedro Valmor Marodin e Eugênio Frizzo, o semanário volta em 15 de julho de 1989. Revitalizando em sentido e conteúdo, trouxe em suas 20 páginas inúmeras mensagens de prefeitos, vereadores, deputados e empresários, todos destacando o retorno do veículo de comunicação social. De permeio às manifestações de apreço pelo seu retorno, inúmeras notícias da região.
Pois, sob nova direção e ótica editorial, reestruturando-se, “deseja ser o mais comunicativo e eficiente possível para registrar com seriedade todos os fatos que fazem a história do povo de Santo Augusto e da Região Celeiro, visando integrar sempre mais as comunidades”, situa o editorial. E prossegue assegurando que “queremos comunicar otimismo através de nossas mensagens, aproximar mais o homem entre si e de divulgar o progresso e a riqueza de nossa frente. Queremos registrar a história e a cultura do dia-a-dia das pessoas que habitam pelo bem das comunidades desta região”.
O editorialista conclui que “o número 1079 quer marcar época na vida de Santo Augusto e região. É este o número do jornal O CELEIRO” em nova sede e sob nova direção “totalmente renovado e com muitas novidades”,
Certamente, amparado pela supremacia dos valores do destino, o de transcender o prático do tempo, O CELEIRO, ele próprio, tornou-se história. Vertendo caudalosa memória, seus avanços foram transportados do passado para o futuro. Alcançar o cinquentenário, como poucos periódicos do gênero até aqui alcançaram.

CONFIRA MAIS DETALHES SOBRE OS 50 ANOS DO JORNAL O CELEIRO NA EDIÇÃO DESTE FINAL DE SEMANA.

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