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Domingo, 29 de Novembro de 2020

Coisas de Mulher: maternidade

Coisas de Mulher: maternidade

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Respeitar a maneira de ser, agir, pensar e fazer de qualquer mãe, é do que se trata o livro e peça “Mãe Fora da Caixa”. Toda mãe tem muitos lados, depende da sua realidade, crenças, limitações, personalidade, enfim. O fato é que mães são diferentes umas das outras. Porém, mesmo no universo de mães, muitos dedos são apontados. A ideia traz muitos desabafos, troca de experiências, aliás a própria página do instagran @mãeforadacaixa é um acolher puro. Não há Mãe que não se identifique com algum texto do qual a autora do livro, Thaís Vilarinho publique.
Todos sabem que a maternidade inicia no gestar, seja ele da forma física ou somente com amor. Hoje em especial iremos abordar a gestação em si, e desde aí, nós, mães buscamos alguém que nos entenda e que atenda nossos pedidos. Falando de um parto, seja ele normal ou cesariana, o sonho de qualquer mãe é um parto humanizado, acolhedor, que passe a segurança necessária respeitando nossas particularidades, vontades e intenções. Afinal o significado de “Humanização é a ação ou efeito de humanizar, de tornar humano ou mais humano, tornar benévolo, tornar afável”. O Livro aborda todos os assuntos que envolvem a maternidade.
Eu, Camila, lembro do meu parto com muito amor, me emociono quando fecho os olhos e revivo os momentos daquele dia. E falo isso com a maior saudade e emoção que possa sentir. Foi de maneira tão carinhosa e amável que guardo na lembrança seus detalhes e de como minha médica foi atenciosa, pacienciosa, dedicada, assim como em toda a minha gestação. Não esquecendo de falar do restante da equipe, pessoas que nos deixaram extremamente à vontade. Eu e meu esposo nos sentimos seguros e pudemos viver ali uma das maiores felicidades da vida, nosso segundo filho. Espero que todas curtam a entrevista com a Thais Vilarinho e fiquem à vontade para interagir conosco através do instagram ou do whats 9.9930 1222(Camila). Quem sabe, numa próxima edição não relato para vocês o meu parto, compartilhando com vocês um a nossa história.

Confira a entrevista

Como surgiu a ideia do livro “mãe fora da caixa” virar uma peça?
A ideia do livro virar peça surgiu de um idealizador de peça de teatro. Ele é ator, se chama, Pablo Sanábio. Foi ele quem leu meu livro e ficou com vontade de transformá-lo em peça. Achou que daria muito certo. Então foi através dele que a peça “Mãe fora da Caixa” nasceu.

A peça de teatro inspirada no livro “mãe fora da caixa” superou todas as expectativas e ficou muito mais tempo em cartaz em sua estreia do que o previsto. Depois dessa pandemia ela retoma sua “maratona” e virá ao Rio Grande do Sul?
Depois da pandemia ela volta, mas volta aqui em São Paulo. Ainda não sabemos por quanto tempo. A ideia é depois rodar o Brasil com a peça.

Quantos livros você tem e quais são eles? Fale um pouco deles.
O livro “Mãe fora da Caixa” que inspirou a peça, é feito de textos curtos como os do Instagram. Ele é um apanhado geral da maternidade, com textos desde antes da gente ser mãe, até os filhos maiores. O meu segundo livro é o “Mãe recém-nascida”, que é um livro focado no puerpério e na gravidez. É um livro que traz tudo o que eu queria ter lido nessa época. E um livro meio diário, tem partes para serem preenchidas que eu acho super importantes para a mulher nessa fase, né?! Ela elaborar os sentimentos e escrever sobre isso ajuda bastante. O meu terceiro livro, é um livro infantil que chama “Deixa eu te Contar”, que conta duas histórias para crianças. Fala muito sobre diversidade, amor próprio e é um fortalecedor de autoestima das crianças. Meu quarto livro chama-se “A Grande Roda”, que eu escrevi em parceria com uma grande amiga, Rafaela Carvalho. É um livro que conta sobre a vida e toca no assunto morte de uma forma verdadeira e com leveza. Esse tema morte é muito importante para ser tratado com as crianças e que a maioria das pessoas não toca nesse assunto com as crianças, por isso escrevemos esse livro.

Sei que é fonoaudióloga de formação e escritora de coração, como você mesma diz, como “Fono” você atende mais ou somente o público infantil?
Atendo como “Fono” sim, sou fonoaudióloga clínica. Atendo crianças com questões na fala, então o meu foco hoje é esse em termos de fonoaudiologia.

Podemos esperar novas criações? Pelo sim e tem algo já previsto, pode dar um spoiler para nós do Jornal O Celeiro?
Sim, na verdade tem várias coisas na minha cabeça já, como novos livros, tanto infantil, quanto para mães. A minha ideia agora para mães é escrever sobre adolescentes, o qual já está em produção.

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