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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2020

Brasil registra o 9° caso suspeito de Coronavírus

Brasil registra o 9° caso suspeito de Coronavírus

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O acometimento ao vírus influenza é comum ao longo do ano. Porém, nem sempre causa epidemias marcantes. Ao longo dos anos, o mundo perdeu milhões de pessoas para os vírus, como a Gripe Russa (H2N2), que chegou a matar 1,5 milhão de pessoas em 1889 e 1890. Ou a gripe espanhola que acometeu até 100 milhões de pessoas entre os anos de 1918 e 1919. Ou, uma mais recente, a gripe suína que matou 17 mil pessoas no mundo entre 2009 e 2010. E agora o Coronavírus, que nada tem haver com o vírus influenza, porém, possuí cuidados e modo de transmissão semelhantes aos demais.
Os coronavírus (CoV) compõem uma grande família de vírus, conhecidos desde meados da década de 1960, que receberam esse nome devido às espículas na sua superfície, que lembram uma coroa (do inglês crown). Podem causar desde um resfriado comum até síndromes respiratórias graves, como a síndrome respiratória aguda grave (SARS, do inglês Severe Acute Respiratory Syndrome) e a síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS, do inglês Middle East Respiratory Syndrome). Os vírus foram denominados SARS-CoV e MERS-CoV, respectivamente. A nova variante do coronavírus, denominada 2019-nCoV, até então não identificada em humanos. Até o aparecimento do 2019-nCoV, existiam apenas seis cepas conhecidas capazes de infectar humanos, incluindo o SARS-CoV e MERS-CoV.
A médica infectologista, Jaqueline Rodrigues de Souza, concedeu entrevista ao Jornal O Celeiro nesta semana e comentou sobre o assunto, além de dar dicas de como reduzir o risco de infecção.

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