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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2020

AMUCELEIRO delibera pelo não retorno às aulas presenciais

AMUCELEIRO delibera pelo não retorno às aulas presenciais

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A Associação dos Municípios da Região Celeiro (AMUCELEIRO) divulgou, em nota, a decisão proferida após assembleia ocorrida na manhã desta sexta-feira, 16 de outubro, por videoconferência, com representantes dos 21 municípios componentes da entidade, quanto o retorno às atividades escolares presenciais na rede municipal e estadual.
De acordo com a entidade, por unanimidade dos presentes, neste momento, as atividades escolares presenciais não deverão retornar. Contudo, ficou definido que dentro de 30 dias, os municípios associados, juntamente com a Coordenadoria Regional de Educação, deverão deliberar acerca dos protocolos a serem seguidos pelos pais, alunos e servidores para se adequarem às medidas sanitárias necessárias ao retorno gradual das atividades “a fim de possibilitar a segurança dos alunos e servidores, e, assim, evitar maiores prejuízos ao ensino”.
Por fim, o documento diz que “cabe ao município estabelecer as regras de funcionamento dos espaços públicos e privados em seu território e recomenda que os decretos municipais venham acompanhados de parecer dos COEs Municipais”.

A secretária de educação de Santo Augusto, Zaira Rotili, reafirmou o posicionamento alinhado a Amuceleiro, ou seja, pelo não retorno às atividades presenciais. “A grande maioria dos municípios optou pelo não retorno. Nós estamos querendo preservar vidas. A pandemia ainda não acabou. O Estado pode estar com menos casos, menos mortes, mas ainda não temos a estabilidade dos casos. A nossa posição é pela preservação da vida e seguir com as atividades à distância”, disse.

Segundo ela, uma reunião acontecerá na próxima segunda-feira, 19 de outubro, onde reunirá os componentes do COE (Centro de Operações para Emergência em Saúde para Educação) para um novo posicionamento. “A própria pesquisa que fizemos enquanto secretaria de educação deve ser respeitada, onde mais de 80% dos pais disseram que não enviariam seus filhos para as aulas”, finalizou.